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Fórum de Infectologia do CFM destaca importância do médico no controle de doenças

O protagonismo do médico no diagnóstico, notificação e tratamento de doenças infecciosas e parasitárias, teve destaque durante o II Fórum de Infectologia do Conselho Federal de Medicina (CFM). O evento reuniu nesta terça-feira (21) infectologistas e representantes do Ministério da Saúde, universidades e sociedades de especialidades. O evento foi aberto pelo presidente da autarquia, Carlos Vital Tavares Corrêa Lima, e pelo coordenador da Câmara Técnica de Infectologia do CFM, Emmanuel Fortes Silveira Cavalcanti, também 3º vice-presidente do Conselho.

A preocupação com a volta de doenças como a sífilis e outras endemias como aids e hanseníase levou a Câmara Técnica a realizar o encontro, explicou o diretor do CFM, Emmanuel Fortes. “Temos projetos belíssimos de vigilância epidemiológica e uma execução pífia no controle de doenças. Com esse evento, esperamos dar uma resposta à sociedade e dedicar nosso empenho para que os médicos se envolvam e possamos diminuir essas taxas”, aposta o coordenador da Câmara Técnica.

Política de Vigilância em Saúde –A conferência de abertura do encontro foi proferida pelo secretário de Vigilância em Saúde do Ministério, Wanderson Kleber de Oliveira. Ele destacou na apresentação que o foco principal da atual gestão tem sido a imunização, com a realização de campanha junto à população para “tentar reverter as quedas na cobertura vacinal”. Para que seja possível um conhecimento real do quadro epidemiológico brasileiro, o secretário afirmou que, com o apoio do CFM, quer tornar mais fáceis os termos de notificação pelos médicos. “Na prática, 99% das notificações quem faz é o médico. É fundamental o papel dele na vigilância em saúde”, avaliou.

Ainda pela manhã, o encontro discutiu a formação do médico para a saúde pública e o papel do Conselho Federal de Medicina. O 2º secretário do CFM, Sidnei Ferreira, destacou que a medicina é a profissão de maior credibilidade no país, de acordo com pesquisa Datafolha em 2016, mas que problemas como o subfinanciamento e a má gestão e a falta de um sistema de controle social e avaliação dificultam o trabalho do médico.

O encontro abordou o recrudescimento de doenças antes controladas que voltaram, como a hanseníase. Sobre a doença, o diretor do Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis, Gerson Fernando Mendes Pereira, fez um histórico recente do programa no Ministério que desenvolve ações sobre o tratamento e prevenção da doença.

Erradicação da Hepatite C - Entre as ações previstas, o dirigente afirmou que o Departamento investirá na facilitação do diagnóstico. Quanto à hepatite C, o tratamento disponível no SUS tem sido eficaz, de acordo com Gerson Fernando. Ele afirmou que a meta do Ministério é erradicar a doença até 2030.

A apresentação foi seguida de palestra do coordenador da Câmara Técnica de Infectologia, Emmanuel Fortes, sobre o que deve ser centralizado em saúde. O conselheiro defendeu a adoção de estratégias “não para prevenção de febre amarela, dengue e chikungunya, mas que em relação à saúde pública, tenhamos cidades saudáveis, saneadas e com funcionários públicos imbuídos do propósito da defesa da saúde, sendo necessário repensar se os controles locais dos programas de saúde pública precisam de nova hierarquização, centralizada no Ministério da Saúde, através de mecanismos de regionalização”.

O II Fórum de Infectologia do CFM foi transmitido ao vivo pelo canal do Conselho no YouTube. Acesse aqui a íntegra do vídeo.

Enfrentamento na saúde pública das doenças infecciosas e parasitárias que afetam populações negligenciadas

08h30 Credenciamento

09h00 Abertura

Carlos Vital Tavares Corrêa Lima – presidente do CFM
Emmanuel Fortes Silveira Cavalcanti – coordenador da Câmara Técnica de Infectologia do CFM
Jose David Urbaez Brito – 1º secretário da Sociedade Brasileira de Infectologia
Sinval Pinto Brandão Filho – presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical
Hélio Angotti Neto – secretário substituto de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde – SGTES/MS
Hiran Manuel Gonçalves da Silva – deputado federal e Coordenador da Frente Parlamentar Mista da Medicina

09h20 – 10h00 Conferência: Situação atual da prevenção e controle das doenças infecciosas e parasitárias no Brasil

Presidente: Emmanuel Fortes Silveira Cavalcanti – coordenador da Câmara Técnica de Infectologia do CFM
Moderador: Dirceu Bartolomeu Greco – membro da Câmara Técnica de Infectologia do CFM

Palestrante: Wanderson Kleber de Oliveira – secretário de Vigilância em Saúde (SVS/MS)

10h00 - 10h20 Debates

10h20 – 11h40 Mesa Redonda: Formação do médico para a saúde pública

Presidente: Fernando de Araújo Pedrosa - membro da Câmara Técnica de Infectologia do CFM
Moderador: Eliseu Alves Waldman – Faculdade de Saúde Pública/Universidade de São Paulo

10h20 - 10h40 O papel do Conselho Federal de Medicina
Palestrante: Sidnei Ferreira – conselheiro federal de Medicina

10h40 - 11h00 Papel dos Conselhos de Saúde no enfrentamento destes agravos
Palestrante: Jupiara Gonçalves Castro - Conselho Nacional de Saúde

11h00 - 11h20 Medicina centrada no paciente e a formação profissional: um caminho de Humanização
Palestrante: Marco Aurélio Janaudis – secretário Geral da Sociedade Brasileira de Medicina de Família - SOBRAMFA - Educação Médica e Humanismo

11h20 - 11h40 Papel da Comissão Nacional de Residência Médica
Palestrante: Rosana Leite de Melo - secretária Executiva da Comissão Nacional de Residência Médica

11h40 - 12h00 Debates

12h00 – 13h30 Intervalo

13h30 – 14h30 Mesa Redonda: O Sistema Único de Saúde e seu papel

Presidente: Celso Tavares – Membro da Câmara Técnica de Infectologia do CFM
Moderador: Marcio Florentino Pereira – ABRASCO e Conselho Nacional de Saúde

13h30 - 13h50 O que centralizar?
Palestrante: Gerson Fernando Mendes Pereira - Diretor do Departamento de IST, Aids e Hepatites Virais da SVS

13h50 - 14h10 Reforçar a descentralização, reorganizando-a
Palestrante: Emmanuel Fortes Silveira Cavalcanti – coordenador da Câmara Técnica de Infectologia do CFM

14h10 - 14h30 O papel do Ministério da Saúde
Palestrante: Hélio Angotti Neto – Secretário Substituto de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde – SGTES/MS

14h30 – 15h00 Debates

15h00 – 15h30 Apresentação das Perspectivas para a Câmara Técnica de Infectologia do CFM

15h30 Encerramento

Confira as apresentações feitas durante o evento:

Gerson Pereira
Hélio Angotti
Marco Aurélio
Rosana Leite
Sidnei Ferreira
Wanderson Oliveira